sábado, 11 de junho de 2011

Depois de 11 anos, Flamengo pisará novamente na Europa

O Flamengo irá até a Sérvia para jogar partida em homenagem a Petkovic.
A última vez que a camisa rubro-negra esteve edm solo europeu foi em 29 de agosto de 2000. Foi há 11 anos atrás. Vitória por 2 a 1 sobre o Bétis, jogando em Sevilla, na Espanha.

Medir forças com equipes europeías já foi algo muito mais constante na vida do Flamengo. É novidade só para as gerações mais novas. Foram até hoje 244 jogos contra europeus: 121 vitórias, 50 empates e 73 derrotas.

Até o jogo contra o Estrela Vermelha, iremos até as páginas de A NAÇÃO para relembrar algumas dessas histórias.

Para começar vamos relembrar os duelos entre FLAMENGO x REAL MADRID.


13/08/1978 - Real Madrid 2 x 0, final do Troféu Tereza Herrera, no estádio Riazor, em La Coruña
19/08/1978 - Flamengo 2 a 1 (gols de Cláudio Adão e Cléber), final do Troféu Palma de Mallorca
15/08/1997 - Flamengo 3 a 0 (gols de Maurinho, Lúcio e Sávio), pelo Troféu Palma de Mallorca
Fonte: Almanaque do Flamengo, de Roberto Assaf e Clóvis Martins 

"Foi em 1978 que começou o ensaio para todas estas glórias. Primeiro, quando o Flamengo conseguiu pela primeira vez em sua história vencer um dos tradicionais torneios quadrangulares de verão da Espanha. Conquistou o Troféu Palma de Mallorca de forma heroica, vencendo o Real Madrid por 2 a 1 em um jogo no qual jogou quase todo o segundo tempo com três jogadores a menos. E diante do mesmo Real Madrid, para quem, dias antes, havia caído por 2 a 0 na final do Troféu Tereza Herrera". (A Nação, página 121)

"O grande feito daquele ano tinha acontecido em agosto, quanto o Flamengo venceu o Real Madrid por 3 a 0 na abertura do Troféu Palma de Mallorca. O rubro-negro bateu nos merengues de forma implacável. O ataque, formado por Lúcio e Sávio, atormentou a equipe espanhola. Os madrilenhos apresentavam um timaço, escalado com o goleiro alemão Ilgner, uma linha de zaga com Hierro, Alkorta e Roberto Carlos, um meio de campo com o argentino Fernando Redondo, os espanhóis Victor Sanchez e Amavisca, o holandês Clarence Seedorf e o iugoslavo Mijatovic, e um ataque com Raul González e o croata Davor Suker, que no ano seguinte seria o artilheiro da Copa do Mundo". (A Nação, páginas 206 e 207) 

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