quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

O Flamengo enfim aprendeu a colher frutos com suas divisões de base

Já foi escrito há um tempo atrás aqui neste espaço a seguinte análise: "Por que o Flamengo não conseguia gerar receita com venda de jogadores?"

Em resumo era afirmado: "O número é impressionante! É resultado do levantamento anual feito pela Consultoria BDO. Juntando as receitas acumuladas em 2011 e 2012 (soma dos dois anos) com transferência de jogadores de futebol, entre os times do G-12 do futebol brasileiro, o Flamengo é o último colocado neste quesito de arrecadação!".

O texto foi assim concluído: "Também pela 'Síndrome da Volta do Novo Zico'. O medo de se desfazer de um "Novo Zico", a cultura ultra crítica e altamente impaciente com jogadores recém promovidos, o eterno discurso "este não serve para o Flamengo", todos estes são parte da explicação. No Flamengo, qualquer jogador recém revelado que é vendido ao exterior é dito ser um ato de irresponsabilidade da diretoria. Os poucos que foram, não vingaram lá fora. Ainda assim há o temor repetitivo de que se está vendendo um "novo Zico" a preço de banana".

Pois bem, a partir de 2017, o Flamengo enfim descubriu a fórmula correta para saber vender bem. Em muito, sim, graças à melhoria do seu trabalho nas divisões de base, perceptível nas conquistas Sub-17 e Sub-20, e na qualidade dos novos talentos que chegavam ao time profissional.

Em resumo, desde então:









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