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segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Sergio Hernández: A energia e a conexão do Maracanã, eu só havia sentido antes em La Bombonera



Sergio Santos Hernández, "El Oveja", é uma figura emblemática do esporte argentino. Ele é, sem dúvida alguma, um dos treinadores de basquete mais influentes da história da Argentina, tanto em nível de clubes quanto na seleção nacional. Nascido em 1º de novembro de 1963 em Bahía Blanca, uma cidade com profunda tradição no basquetebol, Hernández construiu uma carreira que o consolidou como uma referência tática revolucionária, formador de equipes e líder de gerações de jogadores.

Sua carreira como treinador começou na década de 1990 e, desde então, deixou uma marca indelével em alguns dos clubes mais prestigiados da Argentina. O auge de sua trajetória foi a frente de Estudiantes de Olavarría, Boca Juniors e Peñarol de Mar del Plata, equipes pelas quais conquistou inúmeros títulos e consolidou uma reputação como estrategista vencedor. Entre seus principais feitos em clubes destacam-se: 6 campeonatos da Liga Nacional Argentina de Basquete (2000, 2001, 2004, 2010, 2011 e 2012), colocando-se entre os técnicos mais bem-sucedidos da história do país, 2 títulos da Liga das Américas (2008 e 2010), e uma Liga Sul-Americana de Clubes (2001). Seu sucesso não reflete apenas sua capacidade de montar equipes fortes, mas também sua visão profunda de jogo, adaptação a diferentes contextos e habilidade para liderar projetos competitivos e duradouros.

Porém, o impacto mais reconhecido de Hernández se deu com o seu trabalho a frente da Seleção Argentina de Basquete. Ele foi técnico principal em dois períodos decisivos: 2005–2010 e 2015–2021, além de ter atuado como assistente em 2012. No total, dirigiu 116 partidas oficiais, o maior número na história da seleção masculina da Argentina, alcançando o melhor aproveitamento (72,4%: com 84 vitórias e 32 derrotas). Entre seus marcos mais importantes estão: Medalha de Bronze nos Jogos Olímpicos de Pequim 2008, Vice-campeonato na Copa do Mundo 2019 na China, em uma campanha histórica que levou a seleção à final do torneio, sendo derrotada somente pela Espanha, Medalha de Ouro nos Jogos Pan-Americanos de Lima em 2019, e participações olímpicas sob seu comando em Pequim 2008, Rio de Janeiro 2016 e Tóquio 2020.

A influência de Sergio “Oveja” Hernández vai muito além dos títulos. Para o esporte, ele foi um construtor de projetos sólidos e duradouros, responsáveis por manter a Argentina constantemente entre as melhores seleções do mundo, foi um mentor de gerações, contribuindo para a formação técnica e humana de inúmeros jogadores, foi um ícone de profissionalismo e evolução estratégica, combinando disciplina, planejamento, inteligência tática e capacidade de adaptação, e foi uma ponte entre eras, garantindo a continuidade do sucesso argentino após a lendária Geração de Ouro e preparando novos ciclos competitivos.

Quando Hernández deixou o comando da seleção após Tóquio 2020, ele encerrou seu ciclo com uma das marcas mais importantes da história do basquete argentino: recorde de vitórias, identidade de jogo e continuidade de alto rendimento. Grandes figuras da seleção reconheceram publicamente sua liderança e impacto. Sergio "Oveja" Hernández não foi apenas um treinador vencedor, mas um verdadeiro pilar do basquete argentino. Sua carreira, repleta de títulos, momentos históricos e transformações estratégicas, faz dele uma figura essencial para compreender por que a Argentina foi — e continua sendo — uma potência mundial no basquete.

Com toda esta bagagem, Oveja chegou ao Flamengo, para assumir a equipe de basquete, tendo o anúncio oficial sido feito em 12 de fevereiro de 2025, quando o Flamengo comunicou a saída de Gustavo De Conti, e a entrada de Sergio em seu lugar. Sua estreia como técnico do Flamengo aconteceu em 28 de fevereiro daquele ano. Em sua primeira temporada, levou o basquete do clube a conquistar a Liga dos Campeões das Américas naquele ano de 2025.

Em dezembro de 2025, quando o futebol masculino do Flamengo perdeu a final da Copa Intercontinental de Clubes para o Paris St-Germain, nos pênaltis, ele ainda era o treinador do basquete rubro-negro. E suas palavras após a derrota tiveram uma enorme repercussão na Argentina. A mídia esportiva argentina repercutiu as palavras do treinador:

Destacando matéria do site BasquetPlus: "Não contente com a América do Sul, o Flamengo partiu para o cenário internacional. Primeiro, chegou às oitavas de final do Mundial de Clubes, perdendo um jogo emocionante para o Bayern de Munique. Mais recentemente, terminou em segundo lugar na Copa Intercontinental, perdendo a final nos pênaltis para o super PSG de Luis Enrique. Na sequência, Sergio Hernández, o treinador argentino de basquete do Flamengo, compartilhou em seu Instagram que havia se tornado fã do time: "Um ano incrível chegou ao fim para o futebol do Flamengo. Com a dor compreensível de ter chegado tão perto, perdendo a final do Mundial de Clubes para o PSG, mas também com imenso orgulho do que este time representa. Sou torcedor do Boca Juniors, isso não mudou. Mas desde que cheguei ao Flamengo, nasceu uma profunda admiração por este clube, seu povo e sua identidade. Estive no Maracanã assistindo a um jogo ao vivo e senti algo muito especial. Aquela energia e aquela conexão que, para mim, eu só havia sentido antes na Bombonera".

"A energia e a conexão do Maracanã, eu só havia sentido antes em La Bombonera"
Sergio Hernández, "El Oveja"

Seguindo as palavras de Hernandez em sua rede social: "Orgulhoso de compartilhar o clube e o cargo com Felipe Luís, um treinador que trabalha silenciosamente em tempos de barulho, com profissionalismo e humanidade. E uma alegria pessoal: vestir as mesmas cores que Agustín Rossi, um amigo e entusiasta do basquete antes do futebol. Obrigado, Flamengo. Orgulhoso de estar aqui".




sexta-feira, 18 de abril de 2025

Celebridades em Vermelho e Preto


VESTI RUBRO-NEGRO, NÃO TEM PRA NINGUÉM


Para começar a imagem mais icônica de aparição de símbolos ligados ao Flamengo junto a celebridades em todos os tempos. Uma foto genialmente montada. Sim, infelizmente o Papa João Paulo II não estava segurando uma bandeirinha do Flamengo destro de seu carro de luxo papal, o fotógrafo que tirou a foto magistral, com genialidade, segurou uma pequena bandeira do Flamengo num pequeno mastro de madeira de apoio de mesa pelo lado de fora da janela fechada. Foto genial! Icônica!


Do mundo santo para o mundo endemoniado do rock and roll e da música pop, já foram inúmeras as celebridades que efetivamente vestiram a camisa do Flamengo em apresentações. E que se diga uma verdade que faz uma enorme diferença: nem sempre em shows realizados no Rio de Janeiro, e nem mesmo sempre em shows realizados dentro do território brasileiro.
     
Ozzy Osbourne, então vocalista da banda de heavy metal Black Sabath, vestiu as cores rubro-negras durante show para o público carioca durante a participação da banda na 1ª edição do Rock in Rio. Ele subiu no palco vestindo rubro-negro em 16 de janeiro de 1985. Quem também vestiu a camisa rubro-negra no mundo do heavy metal foi o baixista do Iron Maiden, Steve Harris, que apareceu com a camisa do Flamengo durante uma entrevista dada a um canal de TV britânica, entrevista dada em Londres.


Ainda no campo do rock and roll, houve a belíssima de imagem de Brian Johnson, vocalista da banda AC/DC, que apareceu de vermelho e preto em entrevista ao lado de seu companheiro de banda Angus Young. Linda foto! 


Registros tão lindos quanto os feitos da cantora Madonna, a maior ícone do universo pop dos Anos 1980 e 1990 durante show realizado no Rio de Janeiro, e o de Kurt Cobain, ícone do rock pesado da cena underground de Seattle, que também subiu no palco vestindo o Manto Sagrado.


Ainda na música, em 2011 foi a vez do rapper norte-americano Snoop Dogg, autor de sucessos como "Sweat", "Young, Wild and Free", "Beautiful" e "Sensual Seduction" aparecer vestindo o vermelho e o preto. E a foto foi tirada nos Estados Unidos, ele não estava de passagem pelo Brasil e sequer tinha turnê programada para isto quando apareceu com a camisa do Mengão. Caiu bem nele! Mais um entre as celebridades internacionais e se vestir em vermelho e preto.


Em 14 de junho de 2024 foi a vez do rapper norte-americano Travis Scott subir no palco com a camisa do Flamengo, aconteceu durante show realizado na cidade de Chicago. Total espontâneo, inusitado e inesperado. Mais uma para a galeria das inesquecíveis! Detalhe, vestindo um modelo que era usado pelo time rubro-negro no final dos Anos 1990.


Do mundo da música para o das telas de cinema. As mais icônicas aparições em vermelho e preto, conjunta, no mesmo dia, em restaurando no Aterro do Flamengo, de frente para o Pão de Açúcar, foi dos dois protagonistas principais do filme "Velozes e Furiosos", em sua versão "Operação Rio", durante as gravações realizadas na cidade do Rio de Janeiro. "The Rock", apelido do ator Dwayne Johnson, e astro de diversos filmes como "Velozes e Furiosos", "Escorpião Rei", "GI Joe", "Retorno da Múmia", "Jumanji", e da comédia infantil " Fada do Dente", entre vários outros. Uma Rocha Rubro-Negra! Junto a ele o ator principal de "Velozes e Furiosos", Vin Diesel, astro também dos filmes "Triplo X", "O Vingador" e do clássico "O Resgate do Soldado Ryan", entre outros filmes.


Outro ícone das telas a ter sido visto com vermelho e preto foi Hugh Jackman, ator australiano famoso pelo personagem Wolverine nos cinemas, da saga "X-Men", que também levou uma camisa do Flamengo de lembrança para a Austrália.


Quem também passou pelo Maracanã, viu o jogo do Flamengo devidamente trajado de vermelho e preto, ao lado do cantor Seu Jorge, foi o diretor de cinema norte-americano, renomadíssimo, o icômico Spike Lee.


Camisas do Flamengo também no mundo do surf. Os dois maiores campeões mundiais da história vestiram vermelho e preto.

O maior campeão de todos os tempos no masculino, Kelly Slater, surfista norte-americano 11 vezes campeão mundial, em 1992, 1994, 1995, 1996, 1997, 1998, 2005, 2006, 2008, 2010 e 2011 levou o Manto Sagrado para os Estados Unidos.


A maior campeã de todos os tempos no feminino, Stephanie Gilmore, surfista australiana 8 vezes campeã mundial, em 2007, 2008, 2009, 2010, 2012, 2014, 2018 e 2022, ela viu o jogo no Maracanã devidamente bem trajada.


Das praias para as quadras de tênis, dois ícones da história do esporte também vestiram rubro-negro, o brasileiro Gustavo Kuerten, torcedor do Avaí, e o britânico Andy Murray caíram super bem com a camisa do Flamengo.


O astro do futebol americano Justin Jefferson visitou o Maracanã com traje de gala, e no mundo da luta, dos octógonos do MMA a icônica lutadora Ronda Rousey também apareceu bem vestida.


Um ícone da política mundial, como chefe de estado, em visita oficial ao Rio de Janeiro, quando seu helicóptero pessoal usou o campo de futebol da Gávea para se movimentar durante os compromissos como chefe de estado, o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, também teve o seu momento em vermelho e preto, diplomaticamente presenteado pela então presidente do clube, Patrícia Amorim.





Terminando no próprio mundo futebol, ícones da história do futebol mundial que não defenderam o Flamengo mas que apareceram em fotos emblemáticas vestindo vermelho e preto são o alemão Franz Beckenbauer, o francês Lilian Thuram já como ex-jogador em visita feita à Gávea durante passagem pelo Rio de Janeiro, e os jogadores da Seleção da Alemanha, Bastian Schweinsteiger e Lukas Podolski, que durante a Copa do Mundo de 2014 postaram uma foto juntos na sacada do hotel em que estavam hospedados vestindo a camisa do Flamengo, postando-a nas redes sociais. E também pelo momento registrado por um brasileiro do centroavante norueguês Erling Haaland vestido de rubro-negro.






Nada mais icônico no entanto, do que a aparição de Podolski com a camisa do Flamengo na sacada do hotel Copacabana Palace segurando a Copa do Mundo nas mãos, no dia seguinte à vitória da Alemanha sobre a Argentina no Maracanã pela final do Mundial de 2014.
  




Agora, sobre lendas da NBA, é necessário uma sessão especial só para falar sobre a relação de ícones do basquete profissional trajados de vermelho e preto, é só acessar o link a seguir, que daí tem Kareem Abdul Jabbar, Ron Harper, Jimmy Buttler, Joakim Noah, Klay Thompson, Steve Nash, Derrick Rose, além das passagens da Seleção dos Estados Unidos, do Miami Heat, do Cleveland Cavaliers, do Chicago Bulls, do Denver Nuggets e do Orlando Magic, tendo todas as equipes utilizado o Ginásio da Gávea para seus treinamentos: Jogadores da NBA em Vermelho e Preto.